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sábado, 31 de janeiro de 2026

Lingotto: conheça a pista construída no telhado da histórica fábrica da Fiat

 

PISTA SUSPENSA DE LINGOTTO (construída sobre a fábrica da FIAT)

Este é o edifício lingotto , que já foi a maior fábrica de carros do mundo e que agora é centro de convenções, local para concertos, galeria de arte, centro de compras e hotel.




A pista de testes localizada no topo da antiga fábrica da Fiat em Lingotto, na cidade de Turim, Itália, é um dos marcos mais curiosos da história da indústria automobilística. Inaugurado em 1923, o complexo industrial foi projetado de forma revolucionária: os carros eram montados em uma linha de produção em espiral, subindo andar por andar, até chegarem ao telhado, onde passavam por testes dinâmicos antes de deixarem a fábrica. O resultado foi uma pista oval com curvas inclinadas, construída literalmente sobre o prédio.

Durante décadas, milhares de veículos da Fiat foram acelerados nesse circuito aéreo, tornando Lingotto um símbolo da engenharia industrial do século XX. Além de sua função prática, a pista acabou se transformando em ícone arquitetônico, frequentemente citada como exemplo de integração entre produção e validação do produto em um único espaço. Modelos clássicos da Fiat, como o Topolino, o 500 e o 600, passaram por ali em seus primeiros metros rodados.

Hoje, o antigo complexo de Lingotto foi totalmente revitalizado e abriga centros comerciais, hotéis, espaços culturais e salas de exposição, enquanto a famosa pista permanece preservada como patrimônio histórico. Mais do que um simples local de testes, Lingotto representa uma época em que criatividade, arquitetura e engenharia caminhavam juntas para moldar o futuro do automóvel.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Fiat 147 Turbo: o clássico brasileiro leve e perfeito para projetos de arrancada

 







O Fiat 147 foi o primeiro carro produzido pela Fiat no Brasil, lançado em 1976, e rapidamente ficou conhecido por seu baixo peso, mecânica simples e excelente agilidade urbana. Baseado no Fiat 127 europeu, o 147 nacional ganhou personalidade própria e acabou se tornando uma plataforma muito popular entre preparadores, justamente por unir estrutura leve com fácil disponibilidade de peças.

Por essas características, o Fiat 147 é um candidato natural a projetos turbinados. Com pouco mais de 800 kg em configuração original, qualquer ganho de potência se traduz diretamente em desempenho, tornando o modelo uma escolha frequente para projetos voltados a arrancadas e uso esportivo. O exemplar amarelo das fotos, pertencente ao Rafael (#147) do Fiat 147 Clube, é um ótimo exemplo desse potencial: equipado com turbo e preparação cuidadosa, mostra como um carro compacto pode se transformar em uma máquina extremamente divertida e rápida.

As imagens deste carro foram produzidas originalmente para a revista 100% Veneno e mostram tanto o visual externo quanto os detalhes do cofre do motor. Projetos como esse ajudam a manter viva a história do 147, provando que, mesmo décadas depois de seu lançamento, o pequeno Fiat ainda tem muito fôlego no cenário dos carros preparados brasileiros.

Fiat 147 Turbo... do "Rafael#147" do clube: www.147.fiatclube.com.br Se você curte carros nacionais preparados, vale acompanhar também o Fiat 147 Clube, onde diversos projetos semelhantes são compartilhados.

Farus: o esportivo brasileiro pouco conhecido dos anos 80







O Farus foi um esportivo brasileiro produzido em Belo Horizonte entre 1978 e 1990, período em que diversos fabricantes nacionais apostavam nos chamados veículos “fora de série”. Seu encerramento coincidiu com a liberação da importação de automóveis no Brasil, evento que praticamente inviabilizou economicamente esse tipo de produção artesanal, já que os modelos nacionais passaram a competir diretamente com esportivos estrangeiros.

Utilizando mecânica de diversos automóveis produzidos no país, o Farus se destacava pela carroceria em fibra de vidro e pela proposta esportiva acessível. O exemplar amarelo das fotos, por exemplo, utiliza motor 1300 do Fiat 147, uma configuração relativamente comum nesses projetos, justamente pela facilidade de manutenção e disponibilidade de peças. Ao longo de sua curta trajetória, também foram fabricadas outras versões, com diferentes motorizações e características, tornando cada unidade praticamente única.

Hoje, o Farus é considerado uma raridade do automobilismo brasileiro, aparecendo principalmente em encontros de carros antigos e coleções particulares, representando uma época criativa da indústria nacional, quando pequenos fabricantes buscavam criar esportivos próprios com soluções engenhosas.


Lamborghini Diablo: fotos e detalhes de um dos supercarros mais icônicos dos anos 90






O Lamborghini Diablo é um dos supercarros mais icônicos dos anos 90 e marcou uma virada importante na história da marca italiana. Lançado em 1990 como sucessor do Countach, ele trouxe um visual agressivo, linhas mais fluidas e um enorme motor V12 montado na posição central-traseira. Dependendo da versão, o Diablo entregava entre cerca de 485 e mais de 530 cavalos, sendo capaz de ultrapassar facilmente os 320 km/h, algo impressionante para a época. Foi também o primeiro Lamborghini de produção a superar oficialmente essa marca de velocidade máxima.

Além do desempenho, o Diablo simboliza uma era mais “usável” da Lamborghini, especialmente nas versões posteriores com tração integral e melhorias de conforto, sem perder o caráter selvagem típico da marca. Ao longo de sua produção surgiram diversas variantes — como VT, SV e GT — tornando o modelo ainda mais cultuado entre colecionadores. Hoje, o Diablo é considerado um clássico moderno, representando perfeitamente o espírito dos supercarros analógicos dos anos 90: barulhento, brutal e absolutamente apaixonante.

BUGATTI EB110 um supercarro quadriturbo

 





Este é o famoso Bugatti EB110 foi lançado em 1992 e era
o carro mais veloz do mundo!!!

O Bugatti EB110 GT foi produzido no início dos anos 90 e é considerado um dos poucos supercarros da Bugatti antes da era moderna da marca, sendo inclusive exibido em eventos automotivos como o Salão do Automóvel de São Paulo.

O carro contava com um motor V12 3.5 quadriturbo, tração integral e desempenho que chegava perto de 350 km/h, números que o tornaram um dos mais rápidos de sua época.

"motor V12 de apenas 3,5 litros, com nada menos que
quatro turbocompressores, cinco válvulas por cilindro,
transmissão de seis marchas e tração integral!
Sem dúvida muito inovador para a época.
A sigla EB homenageava o fundador da marca,
Ettore Bugatti."[best cars web site]